Dourado empata e liga alerta na estreia
O sinal de alerta está ligado! O Cuiabá Esporte Clube ficou no empate com o Tocantinópolis na estreia da Copa Centro-Oeste, em um duelo marcado por equilíbrio, chances perdidas e muita tensão na Arena Pantanal.
No entanto, mais do que o resultado, o momento da equipe começa a preocupar o torcedor. Afinal, o Dourado segue sem vencer e precisa reagir rapidamente.
Foto: AssComDourado
MOMENTO DELICADO E NECESSIDADE DE RESPOSTA
O Cuiabá vive um período de instabilidade. Isso porque a equipe acumula cinco jogos sem vitória na temporada. Além disso, vem de eliminações recentes que aumentaram a pressão.
Primeiramente, caiu diante do Sport Sinop no Campeonato Mato-grossense. Em seguida, mesmo após cerca de 20 dias de preparação, foi eliminado na Copa do Brasil pelo Santa Catarina, após empate e derrota nos pênaltis.
Por outro lado, o clube tentou reagir no mercado, realizando 12 contratações. Ainda assim, os resultados dentro de campo continuam abaixo do esperado.
ESCALAÇÃO DO CUIABÁ NA ESTREIA
O Dourado entrou em campo com a seguinte formação:
Titulares:
- Jean Carlos (C)
- Oscar Trevisan
- Lucas Silva
- Weverson Mendes
- Luiz Phellipe
- Pedro Felipetto
- Índio
- Kauan Menegatti
- Jadson
- Gabriel Mineiro
- Nathan Cruz
ARBITRAGEM
- Árbitro: Samuel dos Santos Santos (AP)
- Assistente 1: Luan Patrique Pereira da Silva (AP)
- Assistente 2: Inácio Barreto da Câmara (AP)
- Quarto árbitro: Jean Marcel Latorraca Ferreira (MT)
Público presente de 525 torcedores, com renda de R$ 5.890,00
PRÓXIMO DESAFIO JÁ TEM DATA
Agora, o foco muda rapidamente. O Cuiabá volta a campo no sábado (28), quando enfrenta o Gama, às 18h30, no estádio Bezerrão, no Distrito Federal.
Portanto, a partida já ganha clima de decisão. Isso porque um novo tropeço pode aumentar ainda mais a pressão sobre a equipe.
Em resumo, o empate na estreia deixa lições claras: o Cuiabá precisa ser mais eficiente e transformar oportunidades em gols.
Ao mesmo tempo, a temporada ainda está no início. Ou seja, há tempo para ajustes, evolução e reação.
Mas uma coisa é certa: o torcedor quer resposta — e ela precisa vir dentro de campo.


